Metade cheio, metade vazio.
Um copo de vidro, de ar e de água.
Meio me inspira, meio mato a sede.
Meio me inspira, meio vidro, meio sede.
Um copo de água, de ar e de vidro.
Um corpo vazio e com sede.
Cheio de vida, cheio de água.
Meio me inspira, meio duvido do copo de vidro.
Meio me inspira, meio duvido da sede.
Copo de vidro.
Água.
Ar.
Corpo com sede.

Olá!
ResponderExcluirSempre me encanto quando passo por aqui, você escreve muito bem e tem o dom de mexer com os sentimentos.
Interpreto da minha forma e hoje eu meio que comparei a vida, meu momento atual. Gostei demais!
abraços
Obrigado, Fernanda; volte sempre!
ExcluirMais um excelente poema! Não pare por aqui, esse seu trabalho deve alcançar cada vez mais pessoas! Parabéns!
ResponderExcluirObrigado mesmo
ExcluirTô me apaixonando pelas suas poesias.
ResponderExcluirQuando lançar seu livro compilado quero o meu exemplar! =D
Obrigado, Rodrigo, valeu mesmo!
ExcluirOlá!
ResponderExcluirQue Poema perfeito, espero que você continue sempre escrevendo para que possamos sempre apreciar! Parabéns.
Valeu, Tayza...
ExcluirRob sempre maravilhoso, arrancando suspiros, sorrisos e nos fazendo refletir através de sua poesia ♥
ResponderExcluirQuem bom, Thayama.
ExcluirObrigado pelo apoio!
Justo o que procurava sobre vidro bh
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